2019/03/24

Lixo nos mares!!!!

Uma baleia foi encontrada morta com 40 Kg de plástico no estômago!!
Devemos usar menos plásticos mas, sobretudo cada vez menos produtos devem ser embalados em plásticos.

2019/02/05

A tua opção...

Liberdade




"Forças além do teu controle podem tirar-te tudo que possuis exceto uma coisa, a tua liberdade de escolher como vais responder uma situação. Não podes controlar o que acontece na tua vida, mas podes sempre controlar como te irás sentir e fazer sobre o que acontece contigo." 

-Viktor Frankl 
      (sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz)          

2019/01/11

Artigo 46º

Constituição Portuguesa
Artº 46º: “Não são consentidas associações armadas nem de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista.”

Com a devida vénia transcrevo do "Sapo 24" e com grande admiração:



2019/01/01

2018/12/06

Um Mundo livre e igual é possível

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais

 em dignidade e direitos”. 

Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Passam no dia 10 de Dezembro 70 anos que foi adoptada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Ganância





No mundo há riqueza suficiente para satisfazer as necessidades de todos, mas não para alimentar a ganância de cada um.
-Gandhi 

2018/03/11

Cacau por ouro...


Cacau por ouro com a China pelo meio...

Com o apoio financeiro e equipamentos da China, mineiros de ouro independentes no Gana estão a comprar terras aos produtores de cacau do país, deixando campos envenenados e desmatados. Agora, os agricultores de cacau, que em tempos tinham uma actividade próspera, estão a ver a sua produção cair.

(ver mais)

© National Geographic

2016/06/13

Ouro português na Namíbia...


Navio com ouro, descoberto no deserto, foi “oferecido” por Portugal à Namíbia


Uma empresa da indústria mineira descobriu um navio português do século XVI, no deserto da Namíbia, com um tesouro de moedas de ouro de valor incalculável. Tesouro de cuja propriedade o governo português “generosamente” abdicou em nome da Namíbia.
Os arqueólogos que têm estudado os destroços do navio português, que se terá afundado em 1533, falam da mais importante descoberta dos últimos anos, em termos de naufrágios. Isto não apenas por causa da antiguidade dos vestígios, mas também pelo seu excelente estado de preservação.
O navio foi identificado como sendo “O Bom Jesus” que partiu de Lisboa, em 1533, rumo a Goa, na Índia, transportando a bordo um verdadeiro tesouro de moedas de ouro, mas também estanho, cobre e marfim, além de cerca de 300 pessoas, entre marinheiros, soldados, padres, nobres e escravos.
Entre as moedas de ouro portuguesas e espanholas, foram encontrados canhões de bronze, lingotes de cobre, instrumentos de navegação, talheres, utensílios de cozinha em cobre, espadas e mosquetes e cinco âncoras, além de outros artefactos de valor cultural e científico.
Capitaneado por D. Francisco de Noronha, o navio terá naufragado ao largo da costa da Namíbia, depois de ter possivelmente tentado atravessar o temido Cabo da Boa Esperança.
Os primeiros destroços do navio foram encontrados, em 2008, por geólogos de uma companhia mineira, mas o achado só foi revelado por completo depois de se ter procedido à drenagem de uma lagoa feita pelo homem para tornar a extracção de minerais possível numa zona marcada pela elevada força das ondas.
O navio demorou séculos a ser descoberto por se encontrar enterrado por baixo do leito do mar, conforme explica o arqueólogo Dieter Noli em declarações à Fox News.
Este elemento do Instituto de Pesquisa Arqueológica Marítima da África do Sul constata que os destroços estão num estado de “preservação excelente”, considerando que é “uma situação extremamente invulgar”.
“Os organismos marinhos podem gostar de madeira, de capas de couro de livros, de caroços de pêssegos, de sacos de juta e de sapatos de cabedal, mas o cobre está mesmo fora da sua alimentação – por isso, muita coisa sobreviveu a 500 anos no fundo do mar“, destaca Noli.
O arqueólogo também relata à cadeia de televisão norte-americana que o tesouro de valor incalculável – só as moedas de ouro valerão 13 milhões de dólares, segundo a Fox News – fica para o governo da Namíbia.
Noli explica que quando se encontra “um navio de estado” em território de outro país, os vestígios ficam para “o país sob cuja bandeira o navio navegava”.
“Neste caso, o navio pertencia ao Rei de Portugal, transformando-o num navio de estado – com o navio e todo o seu conteúdo pertencendo a Portugal.
Contudo, o Governo português, muito generosamente, renunciou a esse direito, permitindo à Namíbia ficar com o lote”, destaca o arqueólogo.
As autoridades locais, juntamente com a equipa de arqueólogos que continua a trabalhar no terreno, estarão agora a equacionar erguer um museu para mostrar ao público a extraordinária descoberta.
Quanto ao naufrágio ocorrido em 1533, as causas devem ter sido uma tempestade numa zona considerada muito perigosa pelos navegadores portugueses. Noli ainda adianta que o excesso de carga pode também ter ajudado para o desfecho trágico.

ZAP

2015/05/29

O tabaco...

... ainda e sempre.
Há mais drogas, mas podemos começar por eliminar esta. Prejudica quem usa e os que estão próximos.

2015/05/08

Recordar...

... a realidade nunca é demais.
Pode ser que despertemos... para uma vida com mais qualidade.


+Com a devida vénia transcrevemos de Modelo Cooperativo Familiar

2015/04/03

O preço da vergonha...




Infelizmente não tem legendas, mas este é um bom exemplo da perseguição que os meios de comunicação (incluindo a Internet) conseguem fazer.

A proliferação do tabaco


Foto: IPS/Marius Mellebye
ABU DHABI, 2 abr 2015 (IPS) - Cada año, cerca de seis millones de personas mueren como consecuencia del consumo de tabaco, de las cuales 600.000 son fumadores pasivos, víctimas del humo del entorno. En total, una de cada 100 muertes en el mundo son ocasionadas por el tabaquismo.
“El tabaco es la única droga legal que mata a muchos de sus consumidores cuando se utiliza exactamente como estaba previsto por sus fabricantes”, señala la Organización Mundial de la Salud (OMS).
"En el tabaco y el tabaquismo nosotros vemos muerte y enfermedad. La industria del tabaco ve un mercado": Matthew Myers.
Fumar cigarrillos, en particular, y otras formas de consumo de tabaco aumentan el riesgo de enfermedades no transmisibles (ENT), como las enfermedades crónicas respiratorias y cardiovasculares, y los cánceres de todo tipo.
Las ENT provocan 36 millones de muertes anualmente, lo que representa 63 por ciento de las defunciones en el planeta. De ellas, más de 14 millones de personas mueren prematuramente, antes de cumplir los 70 años.
Con el fin de frenar esa pérdida de vidas, gobiernos de todo el mundo firmaron numerosos tratados y protocolos, como el Convenio Marco de la OMS para el Control del Tabaco, que en la actualidad cuenta con la adhesión de 180 países que abarcan 90 por ciento de la población mundial.
Entre otros objetivos, la convención pretende reducir en 30 por ciento el consumo de tabaco entre las personas mayores de 15 años para 2025.
La comunidad internacional se dirige lentamente pero sin pausa hacia esa meta. Un estudio de la OMS publicado en marzo halló que en 2010 había 3.900 millones de no fumadores mayores de 15 años en los estados miembros de la organización, o 78 por ciento de la población mundial de 5.100 millones de personas mayores de 15 años.
De mantenerse la tendencia actual, se prevé que el número de no fumadores crezca a 5.000 millones para 2025, u 81 por ciento de la población proyectada de 6.100 millones de personas mayores de 15 años, según el informe.
Otro estudio, publicado en marzo por la revista médica británica The Lancet, indica que la prevalencia de consumo de tabaco entre los hombres cayó en 125 de los 173 países estudiados, y que la tasa de tabaquismo entre las mujeres descendió en 156 de 178 países, en el período de 2000 a 2010.
Estas tendencias son positivas, pero un análisis más profundo de los datos revela que solo 37 países, o 21 por ciento de los estados miembros de la OMS, podrán cumplir con el Plan de Acción Global para la Prevención y el Control de las ENT en 2013-2020.
¿Atraerlos antes para matarlos mientras son jóvenes?
Unos 3.000 partidarios del control del tabaco concluyeron el 21 de marzo la 16 Conferencia Mundial sobre Tabaco o Salud , realizada Abu Dhabi, la capital de los Emiratos Árabes Unidos,  con un llamado a los gobiernos para que prohíban, entre otras cosas, las campañas publicitarias de las empresas tabacaleras que buscan atraer a los jóvenes.
En 2008, la OMS informó que 30 por ciento de los adolescentes entre 13 y 16 años fuman, y que, cada día, entre 80.000 y 100.000 niños encienden su primer cigarrillo.
La organización calcula que la mitad de quienes empiezan a fumar en la adolescencia seguirán fumando durante los próximos 15 a 20 años de su vida, lo que daría credibilidad al temor de que, cuando el consumo de tabaco comienza en la juventud, la vida también podría terminar prematuramente.
En los sectores de la música, la moda, la alimentación y el deporte las trasnacionales tabacaleras encuentran numerosas oportunidades de mercadeo y publicidad para atraer a los potenciales consumidores jóvenes, ya que su curiosidad y tendencia a experimentar los convierten en un grupo “objetivo” clave.
“En el tabaco y el tabaquismo nosotros vemos muerte y enfermedad. La industria del tabaco ve un mercado”, aseguró Matthew Myers, presidente de la organización estadounidense Campaña por Niños Libres de Tabaco.
“La industria tabacalera gasta 8.800 millones de dólares al año, un millón de dólares por hora, en marketing, gran parte de ellos en formas que hacen que estos productos resulten atractivos y accesibles para los niños”, señaló Myers en un comunicado difundido en enero.
“También utilizan todos los medios, legales e ilegales, para vender sus productos mortales, engañar al público y a las autoridades políticas tratando de aparecer creíbles y dignas de confianza, y emplean abogados, grupos de presión y empresas de relaciones públicas para socavar el buen gobierno y la voluntad de la gente”, denunció Myers durante la conferencia en Abu Dhabi.
Los cigarrillos están disponibles en conciertos de rock, eventos deportivos, bares y discotecas, donde los jóvenes de mayores ingresos suelen socializar, por lo que es difícil resistir la presión de sus amistades.
Según fuentes expertas, las mujeres jóvenes, especialmente aquellas con independencia económica, también entran en la categoría de mercado emergente para la industria tabacalera, ya que buscan nuevas vías para expresar su libertad.
Myers mencionó los ejemplos de Rusia, donde 25 por ciento de las mujeres entre 18 y 30 años fuman, y China, donde es evidente que el hábito de fumar y la moda van de la mano en las mayores ciudades, como Beijing y Shanghai.
No se espera que Rusia ni China puedan cumplir con la meta mundial de reducir el tabaquismo relacionado con las ENT para 2025.
Aunque el número de fumadores en Rusia podría pasar de 46,9 millones en 2010 a 36,6 millones en 2025, y se prevé que en China baje de 303,9 millones a 291 millones en el mismo lapso, la tasa de disminución en ambos países es demasiado baja.
La situación es particularmente grave en China, donde se calcula que 740 millones de personas sufren de la exposición al humo de segunda mano. La OMS calcula que 1,3 millones de chinos mueren cada año de cáncer de pulmón, equivalente a un tercio de las muertes por esa causa en todo el mundo.
Judith Mackay, asesora de la Fundación Mundial del Pulmón, sostuvo que las tabacaleras apuntan especialmente a las mujeres asiáticas debido a los numerosos países en desarrollo y economías de rápido crecimiento en la región con una gran población de mujeres jóvenes.
“Para los países de esta región en desarrollo ha vuelto el estilo de la publicidad de los años 50, que mostraba a las mujeres jóvenes fumando como algo con onda y sexy”, explicó en Abu Dhabi.
Un informe de 2010 del Instituto George de Salud Mundial señaló que en Asia y el Pacífico viven 30 por ciento de todos los fumadores del mundo, dado que China e India contribuye enormemente con esa cifra.
Editado por Kanya D’Almeida / Traducido por Álvaro Queiruga / IPS



2015/02/27

O conhecimento nunca se perde...

Aqui fica com a devida vénia um trabalho muito interessante da Fundação das Salinas do Samouco.